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Equilíbrio

Programa cultural traz alívio em estresse, tristeza e solidão, aponta pesquisa

Quinta edição do levantamento Hábitos Culturais, da Fundação Itaú, ouviu quase 3.000 pessoas

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  • 11/01/25 14:30
Programa cultural traz alívio em estresse, tristeza e solidão, aponta pesquisa

São Paulo, SP - Realizar algum programa cultural diminui a sensação de tristeza e solidão, além de melhorar a qualidade de vida. Esses são alguns dos dados levantados pela quinta edição da pesquisa Hábitos Culturais, realizada pela Fundação Itaú em parceria com o Datafolha.


De acordo com o levantamento, 87% dos entrevistados afirmam que a cultura melhora o estresse e a ansiedade e, para 86%, a qualidade de vida.


As sensações de tristeza e de solidão são reduzidas para 86% e 83%, respectivamente, enquanto a melhoria de relacionamentos acontece tanto em casa, para 83%, quanto no trabalho, para 80%.


As perguntas, sobre efeitos da realização de programas culturais, sejam presenciais ou online, foram feitas a 2.494 pessoas em agosto do ano passado. As entrevistas aconteceram em todas as regiões do país, com pessoas de diversos níveis de escolaridade e classe social e com idades entre 16 e 65 anos. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos.


Segundo a pesquisa da entidade, os benefícios das vivências culturais são mais percebidos pelos moradores de cidades médias, pelas mulheres e pelos indivíduos mais escolarizados, com maior renda e entre os grupos de menor faixa etária.


A diminuição da sensação de tristeza é 5 pontos maior entre as mulheres (88%) do que entre os homens (83%). A sensação de melhoria de qualidade de vida é maior entre os indivíduos com ensino superior (91%) do que entre os que têm somente o ensino fundamental (83%).


As perguntas, sobre efeitos da realização de programas culturais, sejam presenciais ou online, foram feitas a 2.494 pessoas em agosto do ano passado. As entrevistas aconteceram em todas as regiões do país, com pessoas de diversos níveis de escolaridade e classe social e com idades entre 16 e 65 anos. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos.


Segundo a pesquisa da entidade, os benefícios das vivências culturais são mais percebidos pelos moradores de cidades médias, pelas mulheres e pelos indivíduos mais escolarizados, com maior renda e entre os grupos de menor faixa etária.


A diminuição da sensação de tristeza é 5 pontos maior entre as mulheres (88%) do que entre os homens (83%). A sensação de melhoria de qualidade de vida é maior entre os indivíduos com ensino superior (91%) do que entre os que têm somente o ensino fundamental (83%).


"No entanto, mesmo apontando as disparidades entre as classes AB e DE, é interessante pontuarmos que todas as respostas apresentam altos índices de concordância", conclui a Fundação Itaú.


Foto: Divulgação

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Olavo Dutra

Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.