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Polícia faz operação contra integrantes de torcidas organizadas envolvidos em crimes

A operação ocorre seis dias depois de um vascaíno morrer após ser baleado em uma briga envolvendo torcedores

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  • 18/09/25 20:00
Polícia faz operação contra integrantes de torcidas organizadas envolvidos em crimes

São Paulo, SP - A Polícia Civil do Rio de Janeiro realiza nesta quinta-feira, 18, a "Operação Pax Stadium", que mira integrantes de torcidas organizadas envolvidos na prática de crimes. Agentes cumprem mandados de busca e apreensão contra 39 alvos em diferentes endereços, incluindo as sedes das principais uniformizadas de Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco.


Segundo informações da Polícia Civil, dois homens foram presos em flagrante: um por entrar em confronto com os agentes e outro por posse ilegal de arma de fogo. Dois fuzis foram apreendidos durante a ação.


As autoridades fizeram questão de ressaltar que o alvo da operação não são as organizadas, mas sim criminosos que se passam por torcedores para praticar atos violentos, incluindo roubos e homicídios.


"Esses criminosos investigados se utilizam de redes sociais para marcar confrontos, cujos resultados vêm se agravando, com casos recentes de feridos e mortes. A ação visa a obter maiores subsídios para identificar as organizações criminosas inseridas nas torcidas", disse a Polícia Civil do Rio, em nota oficial.


A operação ocorre seis dias depois de um vascaíno morrer após ser baleado em uma briga envolvendo torcedores antes do clássico entre Vasco e Botafogo, em partida válida pela Copa do Brasil.


A polícia investiga a possível participação da Jovem Fla, principal organizada do Flamengo, na ação. A uniformizada, que ganhou permissão para frequentar estádios há duas semanas depois de dois anos suspensa, voltou a ser barrada pelo Juizado Especial do Torcedor e dos Grandes Eventos após o incidente. Força Jovem, do Vasco, e Fúria Jovem, do Botafogo, vão ser analisadas a pedido do Ministério Público.


Foto: Divulgação/PCRJ

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Olavo Dutra

Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.