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Grupo armado com fuzis invade hospital no Rio em busca de paciente internado

Os oito suspeitos não encontraram seu alvo, já que a vítima havia sido transferida para outra unidade de saúde

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  • 18/09/25 13:33
Grupo armado com fuzis invade hospital no Rio em busca de paciente internado

São Paulo, SP - Um hospital público no Rio de Janeiro foi invadido por um grupo armado com fuzis na madrugada desta quinta-feira, 18. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde da capital, o alvo era um paciente internado no centro cirúrgico. O caso aconteceu no Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz, bairro na zona oeste carioca.


Ainda de acordo com a prefeitura, o grupo rendeu um segurança na entrada da garagem do hospital e seguiu para o centro cirúrgico.


"No momento da invasão, havia oito gestantes tendo bebê, pais com crianças no colo, e 300 pacientes internados no hospital, 36 deles no centro de terapia intensiva. Foi uma situação terrível. É uma ousadia absurda e um desrespeito a todos os pacientes e profissionais no local", afirmou ao Estadão o secretário municipal de Saúde do Rio, Daniel Soranz.


Os oito suspeitos não encontraram seu alvo. A pasta afirmou que a Polícia Militar foi acionada imediatamente. A vítima já foi transferida para outra unidade de saúde.


"Ele será novamente transferido, quando estiver estável, com a mudança de seu nome e dos critérios de identificação, para que ninguém saiba onde ele está internado", apontou Soranz. Tanto o hospital atacado quanto as novas unidades tiveram a segurança reforçada.


Episódios frequentes


Segundo o secretário, só em 2025 houve 516 casos em que uma unidade de saúde carioca teve de interromper o serviço devido a uma questão de segurança pública.


"Os pacientes têm seu atendimento prejudicado. O emocional deles e dos profissionais de saúde fica completamente abalado. Isso deixa sequelas. Não é algo que se encerra no final da invasão." Soranz defende a necessidade de uma política pública mais forte de segurança.


Foto: Divulgação

Estadão conteúdo

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Olavo Dutra

Jornalista, natural de Belterra, oeste do Pará, com 48 anos de profissão e passagens pelos jornais A Província do Pará, Diário do Pará e O Liberal.